Hands-on

BGS 2016: Gran Turismo Sport (PS4) é uma boa experiência

Divertido, veloz e rápido de se aprender, mas não impressiona muito.

Durante a Brasil Game Show de 2016 tivemos a chance de experimentar uma das vindouras novidades do atual carro chefe da Sony, o PlayStation 4, Gran Turismo Sport.

O jogo da renomada franquia de simuladores não é uma sequência a Gran Turismo 6, mas sim uma tentativa da empresa de entregar uma nova experiência aos jogadores da franquia. Será que conseguiram? Confira conosco as impressões deixadas pela demonstração.

Algumas boas voltas

Por conta do tempo disponível, não nos foi dado muitas opções, como pistas, carros ou cores para escolha, mas elas estão presentes no jogo, como em qualquer outro da franquia, por customizações básicas.

Nesta demonstração, pude correr com um Audi Lemans R8 em uma pista fechada em Tóquio. Devo dizer de cara que, visualmente o jogo não é impressionante e sequer agrada. Algo tirou o brilho dos trailers demonstrados, talvez tenha sido a falta de tempo para apreciar o ambiente e os carros ou até mesmo o modo, mas devo confessar que este não foi um dos pontos mais fortes do jogo, o que pessoalmente achei que seria, reduzindo bastante o brilho que me motivava a querer jogá-lo.

No estande estão disponíveis vários cockpits para os testes da demo, o que me pareceu bastante apropriado por se tratar de um simulador. E era mesmo. A jogabilidade se mostrou mais dinâmica, fluida, com uma curva de aprendizado menor e ainda mais divertida quando comparada com o DualShock. Foi possível sentir a velocidade, com o carro girando na pista ao perder o controle e batendo por algum freio fora de hora. A mim foi possível até mesmo dirigir com a câmera em primeira pessoa, algo que não consigo com um controle. O volante é agressivo e os pedais são sensíveis, mas isso acaba sendo coisa do costume. O que incomodou bastante foi o assento, nada confortável, provavelmente por conta de minha estatura.

Divertiu, mas não impressionou

Gran Turismo Sport demonstrou que consegue ser bastante dinâmico e divertido ao mesmo tempo que pode ser bem rápido e frustrante. Os visuais acabam deixando muito a desejar, de modo que até mesmo ao bater poderia ter a sensação do impacto, mas não consegui perceber danos nos carros, por exemplo.

A jogabilidade é bastante dinâmica, fluida e bem mais divertida nos cockpits, mas não
desmereceria o DualShock, claro. Recentemente o jogo foi adiado para 2017 sem uma data fixa.

Gustavo Dourado é estudante do Ensino Médio e fissurado por tecnologia e games. Adora animações e quadrinhos japoneses, além de filmes de todas as partes do mundo. Ama RPGs, sejam eles de mesa ou digitais e desafia qualquer game que lhe desperta algum interesse.

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